A minha “voz” pergunta, pausada e atónita: QUEM SÃO ESTAS PESSOAS?!
Serão de algum modo representativas da sociedade portuguesa? Caso se confirme que sim, só tenho a concluir que estamos perante algo excessivamente preocupante.
Mais inquietante é constatar que, embora forçada pelos factos demográficos, para todo e qualquer efeito me incluo nesta geração que, pior do que rasca, é integralmente OCA. (Ocaaa … Ocaa ………. Oca ..................) Está aí alguém? (Aí alguém? … Alguém? ………. Alguém?..................) ALGUÉM?
Este era aquele momento assombroso em que o Neurónio 2, reactivado por estímulos cerebrais admiráveis, entrava em mini-conferência com o Neurónio 1 e, para lá de todas as expectativas, surgia uma resposta. Bons velhos tempos é o que vos digo. O Neurónio 1 morreu e o Neurónio 2, por falta de autonomia, está praticamente inválido.
Devaneios à parte, fica uma última observação: para lá de afectos e opiniões, tenho que reconhecer a capacidade espantosa da apresentadora Júlia Pinheiro para conseguir manter um diálogo de 5 minutos, pois não tem sido fácil. Mesmo com uma bagagem considerável e sendo quase uma “doutorada” neste tipo de entretenimento, são vários os momentos de puro desconcerto que o directo não deixa esconder. Não é falta de profissionalismo, não é cansaço é com toda a certeza a contemplação do absurdo. Acabou de me acontecer o mesmo hoje e tive que o partilhar neste espaço.
Contemplação do absurdo, um óptimo exercício de elevação de auto-estima! Recomendo. Mas em dose muito moderada e nunca para os mais sensíveis, pois nesse caso o risco de alienação é demasiado elevado para se aventurarem.
Caso para citar, com uma boa porção de humor ao estilo Scary Movie: “I see dead people” .
Algures no meio, dos lados, por fora, à margem, numa dimensão paralela, numa bolha está a "Geração Massa com Atum".
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
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